sábado, 31 de outubro de 2009

Paolo Minuto


4 faia, atibaia 2009_28
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4 faia, atibaia 2009_28

quarta-feira, 26 de março de 2008

CNC LANÇA CAMPANHA PELOS DIREITOS DO PÚBLICO

Companheiros,

O Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros vem solicitar seu apoio e participação ativa na Campanha pelos Direitos do Público, que ora encetamos.

O público - ao contrário das platéias passivas, dos espectadores acríticos, dos consumidores inermes – constitui hoje o conjunto da população que, consciente e cidadã, quer ter participação ativa e contribuir de maneira eficaz na elaboração e aplicação das leis que definem e regulam o processo cultural e de comunicação no Brasil.

O público, surpreendentemente, é o único segmento da equação do audiovisual que não está representado na maioria dos organismos públicos que deliberam sobre estes meios e produtos fundamentais, principais, no processo de informação, de comunicação, de socialização em nosso País.

No campo do audiovisual, os cineclubes são, desde a segunda década do século passado, as únicas instituições que se propuseram a organizar o público e defender seus direitos, que incluem o pleno acesso a toda a produção cultural.

Atualmente, a situação no Brasil é de exclusão quase absoluta do público, com um modelo que atende quase exclusivamente aos interesses comerciais de grandes grupos econômicos, alijando mais de 90% da população do desfrute do cinema, eliminando as salas de 92% dos municípios brasileiros e estabelecendo um modelo elitista e excludente nas demais alternativas de comunicação audiovisual. Mais que isso, o paradigma em vigor cria uma situação praticamente colonial, afastando igualmente do público a produção audiovisual nacional, substituída, na proporção média de 90%, pelos produtos de um famoso bairro da cidade de Los Angeles.

Esta situação prejudica os criadores, repele a criação regional, amesquinha a cultura e fere diretamente os interesses e os direitos do público, a maioria da população, cujos direitos fundamentais estão previstos nos maiores textos constitucionais, mas não regulamentados pelo nosso Legislativo.

Para mudar essa situação, em nome do público, precisamos de sua contribuição, da inteligência e do patriotismo no sentido de estabelecer, fazer reconhecer e cumprir os Direitos do Público no campo do audiovisual.

Submetemos, então, à sua consideração, a Carta dos Direitos do Público, decálogo internacional que propõe as questões fundamentais para a solução dessa condição inaceitável de exclusão e desrespeito à maioria da população brasileira.

Atenciosamente,

Antonio Claudino de Jesus

Presidente

Carta dos Direitos do Público
ou "Carta de Tabor"

A Federação Internacional de Cineclubes (FICC), organização de defesa e desenvolvimento do cinema como meio cultural, presente em 75 países, é também a associação mais adequada para a organização do público receptor dos bens culturais audiovisuais.

Consciente das profundas mudanças no campo audiovisual, que geram uma desumanização total da comunicação, a Federação Internacional de Cineclubes, a partir de seu congresso realizado em Tabor (República Tcheca), aprovou por unanimidade uma Carta dos Direitos do Público:

1. Toda pessoa tem direito a receber todas as informações e comunicações audiovisuais. Para tanto deve possuir os meios para expressar-se e tornar públicos seus próprios juízos e opiniões.

Não pode haver humanização sem uma verdadeira comunicação.

2. O direito à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, fontes de toda transformação cultural e social, são direitos inalienáveis.

Constituem a garantia de uma verdadeira compreensão entre os povos, a única via para evitar a guerra.

3. A formação do público é a condição fundamental, inclusive para os autores, para a criação de obras de qualidade. Só ela permite a expressão do indivíduo e da comunidade social.

4. Os direitos do público correspondem às aspirações e possibilidades de um desenvolvimento geral das faculdades criativas. As novas tecnologias devem ser utilizadas com este fim e não para a alienação dos espectadores.

5. Os espectadores têm o direito de organizar-se de maneira autônoma para a defesa de seus interesses. Com o fim de alcançar este objetivo, e de sensibilizar o maior número de pessoas para as novas formas de expressão audiovisual, as associações de espectadores devem poder dispor de estruturas e meios postos à sua disposição pelas instituições públicas.

6. As associações de espectadores têm direito de estar associadas à gestão e de participar na nomeação de responsáveis pelos organismos públicos de produção e distribuição de espetáculos, assim como dos meios de informação públicos.

7. Público, autores e obras não podem ser utilizados, sem seu consentimento, para fins políticos, comerciais ou outros. Em casos de instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão direito de exigir retificações públicas e indenizações.

8. O público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele qualquer tipo de censura ou manipulação, e se organizará para fazer respeitar, em todos os meios de comunicação, a pluralidade de opiniões como expressão do respeito aos interesses do público e a seu enriquecimento cultural.

9. Diante da universalização da difusão informativa e do espetáculo, as organizações do público se unirão e trabalharão conjuntamente no plano internacional.

10. As associações de espectadores reivindicam a organização de pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais como pesquisas de índices de audiência e aceitação

Tabor, 18 de setembro de 1987

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Sobre a Carta dos Direitos do Público

Por uma campanha nacional em defesa do acesso ao conhecimento e à cultura e pela livre circulação dos bens culturais

Introdução

O movimento cineclubista experimentou um esvaziamento, em todo o mundo, durante os últimos anos do século passado, coincidindo com os momentos mais importantes da onda de expansão do liberalismo, do primado da iniciativa individual, da privatização das atividades culturais, sob o amplo guarda-chuva conceitual da "globalização".

Tavez por isso, iniciativas das entidades mais gerais dos cineclubes, como a Federação Internacional de Cineclubes (FICC) ou o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC) não tenham prosperado e mesmo regredido em alguns casos

De certa forma, o mesmo aconteceu, de maneira bastante generalizada, com muitas outras organizações e movimentos políticos, sociais e culturais, por toda parte e nos setores os mais diversos.

A 1ª Conferência Mundial de Cineclubismo, realizada na Cidade do México no final de fevereiro de 2008, recuperou e endossou unanimemente a Carta de Tabor dos Direitos do Público, um verdadeiro manifesto e um esboço de programa de defesa do público e de luta pelo reconhecimento de seus direitos e das entidades que os representam.

No campo da comunicação audiovisual o público é representado pelos cineclubes e suas entidades representativas regionais, nacionais e internacionais.

Aprovada em 1987, quando apenas se reconheciam os grandes traços da transformação de paradigmas de comunicação e informação, assim como da generalização em escala inédita dos meios e produtos audiovisuais, a Carta de Tabor mantém-se absolutamente atual e, mais que isso, urgente.

Proletarização do público

"A linha divisória entre os homens não se acha exclusivamente entre os que possuem e os que não possuem mas, cada vez mais, entre quem tem possibilidade de aceder ao saber e quem está marginalizado do conhecimento. Por outro lado, sabemos que o saber e o conhecimento, cada vez mais, ao nível da maioria da população, se alcançam através dos meios audiovisuais de transmissão e comunicação eletrônica. Se além disso, observamos a grande exploração do consumo audiovisual com fins práticos e a conseqüente miséria intelectual e cultural, perceberemos que estamos diante do fato inédito de um proletariado dos meios de comunicação

Em outras palavras, nunca os meios e produtos de comunicação audiovisual – da televisão ao cinema, dos DVDs aos celulares – tiveram uma tal disseminação em todo o mundo. Por outro lado, especialmente nos países "em vias de desenvolvimento" ou mesmo "emergentes", o acesso à qualidade e à pluralidade das formas de comunicação e expressão do conhecimento e da arte estão cada vez mais restritas e sendo restringidas pela privatização e controle da circulação das obras de arte e dos bens culturais. Diante de uma incrível diminuição de distâncias de comunicação e de uma inédita diversificação de meios e produtos culturais, cada vez mais a "otimização" de segmentos de mercado, o controle dos "direitos de propriedade intelectual" e, enfim, os preços absolutamente abusivos, relegam a quase totalidade das populações de países como o nosso à periferia do conhecimento e da cultura universais, a uma posição colonial diante da circulação da cultura, a uma proletarização no acesso à comunicação, à cultura, à cidadania.

Quem representa o público

Desde seu surgimento, no início do século 20, foram os cineclubes os únicos a advertir sobre o mal uso do instrumento cinematográfico e que, desde logo, atuaram no sentido de organizar o público. "Evidentemente, a questão do público se coloca hoje de maneira diversa e bem mais aguda do que quando o consumo da literatura, da arte, do teatro ou da música envolviam setores extremamente restritos da população. A explosão científica e técnica dos últimos anos afetou poderosamente os meios de transmissão e, portanto, ampliou enormemente os consumos de idéias e emoções"

Há cerca de 90 anos, os cineclubes trabalham com o público, confundem-se com o público, construindo uma experiência única de inclusão e representatividade porque "cremos que o público deve ser considerado como tal, e não ser visto como incapaz de autonomia e liberdade, destinado portanto a assumir e aceitar o papel de consumidor passivo, mudo, que apenas assimila tudo o que se lhe oferece das mais diversas maneiras. Depois, esse consumidor é consumido pelos mesmos meios de comunicação: porque paga como assinante de televisão; paga como espectador na bilheteria do cinema; paga ao comprar o jornal; paga os produtos que a publicidade, infiltrando-se com uma freqüência vertiginosa e absolutamente intolerável nas transmissões televisivas, lhe propõe e impõe... Mas nós não queremos consumidores de comunicação, queremos um público sujeito ativo, consciente, responsável, capaz não apenas de propor – porque deve propor – mas igualmente conhecedor de seus próprios direitos que, para nós, são inalienáveis e essenciais, para que o cidadão cresça e possa alcançar os níveis do autogoverno."

Pela defesa dos direitos do público, do acesso à cultura e da livre circulação dos bens culturais

A degradação do conceito de direito autoral, inalienável, em direito de propriedade manipulado por corporações de porte planetário, expõe em todo o mundo a fragilidade de direitos fundamentais do público, consagrados nos maiores textos constitucionais.

De fato, essas corporações se apropriam indevidamente das obras e produtos do conhecimento e das artes, não apenas restringindo economicamente seu acesso a uma pequena "elite", mas ativamente reprimindo iniciativas culturais e educativas sem finalidades lucrativas.

Os direitos do público não se restringem, contudo, ao livre acesso à informação e à cultura, mas incluem o direito de responder, de participar e de intervir no processo de comunicação, individualmente e através das entidades que representam seus interesses, "porque se continuássemos apenas a escutar, sem usar esses instrumentos para nos expressarmos, perderíamos a capacidade de comunicação entre os homens, que forma a própria substância do ser humano".

A questão dos direitos do público tornou-se urgente e inadiável. As enormes transformações que estão ocorrendo nos meios de comunicação e nas formas de circulação, de intercâmbio da cultura da humanidade, exigem o estabelecimento de normas que assegurem o direitos de todos e de cada um.

Por isso a Carta dos Direitos do Público, tomada de posição inicial, no campo do audiovisual, para uma ampla mobilização civil em prol da definição clara inequívoca dos direitos da população que deve e exige participar, ativa e conscientemente, do processo de comunicação entre as pessoas, regiões, povos e culturas.

O Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros conclama as forças vivas do audiovisual brasileiro, do governo e da sociedade, e em especial nossos representantes no Congresso, para essa fundamental e digna batalha.

Nós somos o público!

1 No Brasil, a Carta de Curitiba (1974) consolida o compromisso do cineclubismo com o cinema brasileiro, "enquanto intérprete da vida brasileira aos níveis de divertimento, de análise e de informação". No âmbito internacional, foi em 1976, na Assembléia Geral da Federação Internacional de Cineclubes, em Potsdam (RDA), que a delegação italiana propôs como tema central a questão do público.

2 A legislação sobre os cineclubes, no Brasil – em especial a Lei 5536/68 - caiu numa espécie de "esquecimento" com a promulgação da nova Constituição, em 1988. Na prática, governos e magistratura a ignoram desde então.

3 Fabio Masala, Una Carta Internacional para los Derechos de um Publico Nuevo, comunicação ao 3º. Congresso de Cineclubes do Estado Espanhol, Ed. Federació Catalana de Cine-Clubs,1992

4 Idem, ibidem

5 Filippo M. De Sanctis, Per uma riccerca-transformazione con el publico dei mídia, in Masala F., Publico e comunicazione audiovisiva, Roma, Bulzoni, 1986.

6 Declaração Universal dos Direitos Humanos – Art. 27 – Todo homem tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do progresso científico e de fruir de seus benefícios. – Constituição da República Federativa do Brasil – Art. 215 – O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.

7 Exemplo recente é notório é o do Cineclube Falcatrua, atividade de extensão universitária, exercida no recinto da Universidade Federal do Espírito Santo sem cobrança de qualquer taxa, processado pela exibição de dois filmes disponibilizados publicamente pelos seus autores/realizadores. Em todo o Brasil, cineclubes, prefeituras, até cidadãos privados recebem notificações e ameaças quanto à exibição de obras audiovisuais sem intuito de lucro – contradizendo diretamente o art. 184 do Código Penal.

8 Ricardo Napolitano, presidente da Federazione Italiana dei Circoli di Cine, intervenção na discussão pública da Carta dos Direitos do Público, em Roma, 1988, com a participação de representantes da Comunidade Econômica Européia, do Parlamento Europeu e do Conselho da Europa, além de forças política e culturais italianas.

Maiores Informações

João Baptista Pimentel Neto
Secretário Geral do CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
secretariageral_cnc@cineclubes.org.br



--
João Baptista Pimentel Neto
Presidente da Federação Paulista de Cineclubes
Secretário do Conselho Deliberativo do CBC - Congresso Brasileiro de Cinema
Assessor de Relações Institucionais do Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual

Cel: 11.8492.7373
Msn: pimentel439@hotmail.com
Skype: pimentel43

FILMES SÃO FEITOS PARA SEREM VISTOS!

Visite:
www.cineclubes.org.br
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www.festivaldeatibaia.com.br
www.difusaocineclube.org.br

domingo, 22 de julho de 2007

REUNIÃO DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE CCs

FEDERAÇÃO DE CINECLUBES DO ESTADO DE SÃO PAULO

REUNIÃO DA DIRETORIA

Companheiros Diretores,

Através desta, ficam oficialmente convocados os Diretores da Federação
de Cineclubes do Estado de São Paulo para reunião deliberativa que
será realizada na próxima quinta-feira (26 de julho de 2007), a partir
das 17h30, na sede do Cineclube Pólis, localizada à Rua Araújo, 124,
Vila Buarque, São Paulo, SP; com a seguinte pauta:

• Informes Gerais.
• Encaminhamentos para registro e institucionalização da entidade.
• Aprovação de novos pedidos de filiação.
• Elaboração de projetos e encaminhamento à Secretaria de Estado da
Cultura.
• Planejamento da agenda de atividades.
• Planejamento e aprovação do plano de sustentabilidade da entidade.
• Fórum Estadual pela Democratização da Cultura e da Informação.
• Mostra AFROOLHAR.
• Outros.

Informo ainda, que a reunião é aberta à participação de representantes
de todos os Cineclubes filiados à Federação.

Saudações Cineclubistas

João Baptista Pimentel Neto
Presidente da Federação de Cineclubes do Estado de São Paulo

terça-feira, 17 de julho de 2007

Carta do Rio Grande do Sul dos CCs Iberoamericanos, 2007

Reconhecendo a evolução, a pertinência e o sentido de nossos projetos, os integrantes da comunidade latino-americana de cineclubes divulgamos esta Carta com o objetivo de difundir as conclusões do nosso 3º. Encontro Ibero-Americano de Cineclubes, nas quais sintetizamos as discussões realizadas durante o 6º. Santa Maria Vídeo e Cinema, de12 a14 de julho de 2007. Assim, resolvemos:

  1. A criação de uma Comissão Pró Federação Latino-Americana de Cineclubes para encaminhar a organização de uma nova entidade, que coordene e fortaleza nossas atividades regionais;
  2. A organização de uma Coordenação de Intercâmbio e de uma Coordenação de Relações Institucionais para promover acordos, convênios e outros ações com instituições e organismos diversos, em nosso Continente;
  3. Apoio à iniciativa do PopCine – Circuito Popular de Cinema, para a criação de uma rede de salas populares no Brasil, com possibilidade de ampliação na América Latina;
  4. Institucionalização de CineSud, Cines do Sul, como projeto de distribuição para cineclubes e cinemas sem fins lucrativos, e
  5. A organização de uma Conferência Mundial de Cineclubismo, com objetivo de divulgar e popularizar os perfís e horizontes dos cineclubes nas diversas partes do mundo.

    Assim, convocamos a realização do nosso próximo Encontro Latino-Americano para agôsto de 2008, no Rio de Janeiro, RJ, Brasil, por ocasião da 27ª. Jornada Nacional de Cineclubes brasileiros.

Santa Maria, 14 de julho de 2007.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

CNC comemora filiação do 100º cineclube


Com a filiação dos CINECLUBES CANDEEIRO ACESO, de Arapiraca, Alagoas, CINEMA NOS BAIRROS, de Lins, SP e do CINECLUBE VOZES DO MORRO, de Vila Velha, ES o CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros ultrapassou a significativa marca dos cem Cineclubes (102) filiados à entidade espalhados por 18 diferentes estados brasileiros.

Confira lista no link abaixo:

http://cnc.utopia.com.br/tiki/tikiindex.php?page=CINECLUBES+FILIADOS+AO+CNC

Segundo o Secretário Geral do CNC, João Baptista Pimentel Neto "Tal marca comprova o significativo aumento da atividade cineclubista no Brasil e o fortalecimento da entidade".

3º Encontro Iberoamericano de Cineclubes


O Encontro será realizado entre os dias 11 e 14 de julho em Santa Maria, RS e reunirá representantes de mais de 8 países iberoamericanos. CNC comemorará 60 anos da Federação Internacional de Cineclubes.

O encontro abordará, dentre outras questões, os aspectos legais da atividade cineclubista nos diferentes países, o desenvolvimento do Censo Básico sôbre Cineclubismo e Leis de Cinema nos países Ibero Americanos, a organização do movimento na América Latina, o desenvolvimento do catálogo CineSud, e terá como ponto culminante a celebração dos 60 anos de criação da Federação Internacional de Cineclubes.

O evento contará com as presenças do Presidente e do Vice Presidente da FICC, Paolo Minuto e Claudino de Jesus, da Secretária Latino-americana de Cineclubes, Cristina Marchese, que também é Presidente da Federação Argentina de Cineclubes, e de representantes confirmados de vários outros países (Uruguai, México, República Dominicana, Equador, Bolívia, Argentina, Portugal.

Outro evento importante que ocorrerá será a outorga do Troféu "Cineclube", do CNC, e do Prêmio Especial "Don Quixote", da FICC, que será entregue pela segunda vez em um festival na América do Sul ( a primeira foi no 2º Festival Internacional de Atibaia-SP, janeiro passado).

Segundo o Presidente do CNC, Antonio Claudino de Jesus "Esta será mais uma oportunidade de intercâmbio entre os países ibero-americanos, especialmente os latino-americanos, e um momento de reflexão e aprofundamento de questões relevantes para o cinelcubismo em nossa região".

O evento conta com o apoio do Ministério da Cultura através da SAV - Secretaria do Audiovisual, do Santa Maria Cinema e Vídeo, da CESMA - Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria, dos cinelcubes Lanterninha Aurélio e UNIFRA, do Secretariado Latino-Americano de Cinelcubes-FICC e da FICC - Federação Internacional de Cineclubes. Patrocínio do Fundo Nacional de Cultura - MINC.

SERVIÇO
3º ENCONTRO IBEROAMRICANO DE CINECLUBES
Local: Theatro Treze de Maio
Data: 11 de julho - quarta-feira
Horário: 20h30min

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3º Encontro Ibero-Americano de Cineclubes
Lançamento oficial e abertura do 3º Encontro Ibero-Americano Cineclubes - Theatro Treze de Maio, 11 de julho, quarta-feira, às 20h30min.

Reuniões do encontro
Local: Hotel Itaimbé
Datas: 11 a 14 de julho - de quarta a sábado
Horário: 14h30min

Participação de cineclubes e cineclubistas de vários países ibero-americanos. Discussões e avaliações dos projetos de cada país. Intercâmbio de idéias. Proposições e encaminhamentos de projetos conjuntos. Lançamento do Catálogo e DVD "Cine Sud - Cines del Sur" - resultado do Encontro no Festival de Matera, na Itália e do 2º Encontro Ibero-Americano, em Santa Maria, Brasil, ambos em 2006. Informes e encaminhamentos da FICC.

Visite:
www.cineclubes.org.br

www.pec.utopia.com.br